“Ribeirão do Tempo” e “Amor e Revolução” têm abordagens diferentes para período da ditadura


Dois momentos do início das duas novelas: à esquerda, manifestação no 1º capítulo de Ribeirão do Tempo; à direita, tortura marca a Ditadura em Amor e Revolução

“Ribeirão do Tempo”, novela de Marcílio Moraes, ficará no ar até a primeira semana de maio. Foi espichada um pouquinho mais, devido ao atraso em “Vidas em Jogo”, a sua substituta. Esse é um detalhe.

O outro, é que setores da Record chamam atenção para o que classificam de “coincidência”.

A história do Marcílio trata com ironia e bom humor dos remanescentes da ditadura e do movimento revolucionário das décadas de 60 e 70. O alucinado Flores (Antônio Grassi) é oriundo de 68 e pretende fazer a revolução que sua geração não fez; Ajuricaba (Umberto Magnani) é acusado de torturador, e Lincon (Eduardo Lago) vive um jornalista que esteve preso.

Já o SBT passou a apresentar uma novela sobre 1964, “Amor e Revolução”, escrita por Tiago Santiago, na mesma  na faixa das 10 da noite, que inclusive promete ser mais densa e se aprofundar no assunto.

Ainda assim, será uma disputa ou coincidência com prazo de validade. Uma vai sair de cena nas próximas semanas e a outra está apenas começando.

 

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